18ª Sessão Ordinária - 20/03/2012
O SR. DEPUTADO SERAFIM VENZON - Sr. presidente, sras. deputadas, srs. deputados, prezados catarinenses que nos ouvem pela Rádio Alesc Digital e assistem-nos pela TVAL, quero, inicialmente, fazer uma saudação muito especial aos 35 prefeitos do PSDB, aos 37 vice-prefeitos, aos mais de 360 vereadores, número que certamente será aumentado pelo trabalho que o partido vem fazendo e pela mobilização que ocorre nos municípios, tendo em vista o trabalho que os deputados Gilmar Knaesel, Dado Cherem, nosso líder, Marcos Vieira, Nilson Gonçalves e Dóia Guglielmi, além dos deputados federais Gervásio Silva e Marco Tebaldi e do senador Paulo Bauer, vem fazendo visando às eleições de outubro deste ano. Assim, tenho certeza de que no próximo ano teremos mais de 400 vereadores, entre 45 e 50 prefeitos e vice-prefeitos.
Quero, repito, saudar todos eles e dizer-lhes e a toda a sociedade catarinense que 40% de todo o dinheiro que existe provém de imposto, ou seja, passa pelas mãos do governo. Assim, cabe aos governantes, cada um na sua esfera de poder, participar e fiscalizar a divisão e a aplicação desses recursos, a fim de que se transformem em obras e em ações que beneficiem as pessoas.
Ouvimos hoje aqui inúmeros pronunciamentos sobre a questão da saúde, pois apesar dos grandes investimentos já feitos pelo governador Raimundo Colombo e pelo ex-governador Luiz Henrique, sob a liderança do deputado Dado Cherem e do dr. Dalmo Claro de Oliveira, as dificuldades ainda são muitas. Por quê? Porque diariamente novos casos aparecem, casos esses que demandam novos recursos, pois a ciência avança, o diagnóstico se torna mais preciso, o que cria a necessidade de novos tratamentos.
Ontem mesmo, estive com uma mulher com câncer de colo do útero, com carcinoma in situ no colo do útero, ou seja, uma doença que, com certeza se ela não for operada em pouco tempo, levá-la-á a óbito. E como é que podemos dizer à paciente que ela ficará numa fila sem saber quando será chamada?
Há um projeto nesta Casa e na Câmara Federal colocando um limite de tempo para alguém ficar aguardando, seja para fazer algum exame ou procedimento cirúrgico. Mas tudo isso requer recursos que são destinados por aqueles que estão no poder.
A área da saúde até agora, a maior parte, ainda é formada por hospitais filantrópicos ligados a entidades religiosas, a congregações de freiras, de igrejas lideradas por padres ou pastores, especialmente a Igreja Católica e a Luterana. Eu acredito que há uns anos o pastor ou padre poderia muitas vezes fazer pedidos de misericórdia para ajudar o hospital e até arrecadava recursos porque usava inúmeros instrumentos para isso. Hoje está cada vez mais difícil o padre ou a freira ter os recursos necessários para manter um hospital funcionando. Então temos, sim, que buscar maneiras para destinar mais recursos para os hospitais, mas a saúde, em minha opinião, tem que ser uma ação do governo e não uma ação de religiosos. Sendo assim, agradeço todo o empenho de todos os pastores, padres e freiras, que se empenharam muito.
Este ano é de eleição e convoco, primeiramente, o meu partido, os meus companheiros do PSDB, que querem ver a cidade, o nosso estado todo dia um pouco melhor. Essa melhora vem da participação de cada um, pois o Brasil, nos últimos 20 ou 30 anos, mudou muito, especialmente a partir da Constituição de 1988, porque passou a haver maior transparência, um envolvimento maior da sociedade, o que fez com que houvesse inúmeras mudanças e um aumento na qualidade de vida para todos.
Dessa forma, cada partido está-se organizando, e nós, do PSDB, estamos orientando os nossos candidatos a vereador, a prefeito e a vice-prefeito, pois sabemos que essa é uma forma de ajudar, primeiramente, no crescimento do partido, mas, principalmente, é uma forma de ajudar a organizar a sociedade e garantir que ela se torne melhor.
Nós temos à frente um grande líder, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que todos nós podemos seguir.
Muito obrigado!
(SEM REVISÃO DO ORADOR)