56ª Sessão Ordinária - 08/07/2009
O SR. DEPUTADO MANOEL MOTA - Sra. presidente, sras. deputadas, srs. deputados, visitantes que nos dão a honra de participar na tarde de hoje da sessão no Parlamento catarinense, servidoras e servidores da Polícia Civil, quero dizer que esta Casa está trabalhando para poder cumprir uma missão.
Queremos poder dar os primeiros passos rumo a um projeto importante, que lhes dê a segurança num plano de carreira. É o início de uma luta que vai crescer cada vez mais a fim de ver o policial civil trabalhar com mais ânimo, mais vontade e mais garra, apesar dos relevantes serviços que sempre prestaram e prestam a Santa Catarina.
É importante esse dia de hoje para que possamos dar um pouco daquilo que tanto vocês merecem. Pelo menos, nós, do governo, estaremos ajudando no sentido de que se inicie uma nova etapa de luta. Nós sabemos perfeitamente que faz tempo que a Polícia Civil estava meio esquecida, mas precisamos corrigir isso e fazer um pouco de justiça por tudo aquilo que trabalham.
Srs. telespectadores da TVAL e ouvintes da Rádio Alesc Digital que estão acompanhando o desdobramento das atividades do Parlamento catarinense, quero dizer que as pessoas que nos visitam hoje saíram de Sombrio a trabalho. São elas: o presidente da Câmara de Vereadores, sr. José Possamai; o secretário Jânio Marguti; os vereadores Nego Gomes, meu afilhado, e Paulo Custódio. É uma equipe de primeira linha, que presta relevantes serviços àquele município, realizando audiências públicas. Quero citar ainda os secretários da Segurança e da Saúde e também o diretor-presidente da SCGás.
Agradecemos as presenças, desejando que se sintam bem na Casa do Povo.
Srs. deputados, temos a presença de vários policiais civis nas galerias desta Casa. Quero dizer que a categoria está fazendo um gigantesco trabalho de mobilização pelo estado, objetivando buscar melhores caminhos para a classe.
Estamos acompanhando a categoria, suas reivindicações e o governador foi sensível ao pleito. Houve alguns desdobramentos, que já foram superados, e as coisas estão andando.
O deputado Elizeu Mattos, de Lages, líder do governo, foi peça fundamental para construir esse momento que estamos vivendo junto à Polícia Civil. E quero dizer que terça-feira ou quarta-feira estaremos juntos com a Polícia Militar.
É preciso olhar para trás para saber a luta que foi empreendida por esses companheiros, que buscam resultados a cada instante, sempre garantindo a segurança pública, o bom atendimento a todos os setores do estado de Santa Catarina.
Cumprimentamos esses cidadãos e esperamos que o projeto seja aprovado aqui por unanimidade, para que possamos fazer justiça, porque a categoria merece.
(Palmas das galerias.)
Há 26 anos milito na vida pública e não admito injustiças e nem cobranças indevidas. Respondo a quatro processos na Polícia Federal sobre o fechamento da BR-101, mais especificamente sobre a sua duplicação. Agora, não posso aceitar de forma alguma que o pedágio seja cobrando indevidamente, numa estrada que ainda não foi construída. Isso não dá para aceitar.
Qual é a finalidade do pedágio? É para a manutenção da obra. Se não há manutenção, o pedágio é cobrado indevidamente por um grupo espanhol que está abusando de Santa Catarina. Esse grupo não está cumprindo o que está no contrato, ou seja, cobrar o pedágio depois de concluída a duplicação da BR-101.
Deputado Herneus de Nadal, 200m depois da ponte não há cobertura. Colocaram no último trecho para poder dividir Palhoça ao meio.
Então, vamos ver se vamos fazer ou não uma manifestação neste sábado, mas no outro sábado vamos convocar todas as Câmaras Municipais de Osório até Palhoça e vamos apenas dizer em que horário vamos fechar. Se vamos reabrir só Deus sabe, porque está na hora de tomarmos algumas medidas porque o povo não pode pagar indevidamente. Nós somos deputados para defender o povo e não podemos deixar que se tire dinheiro do usuário indevidamente. Para mim, cobrar indevidamente é a mesma coisa que roubar do usuário da BR-101, principalmente do morador do município de Palhoça, que foi dividido ao meio.
Não vamos admitir isso e vamos tomar todas as medidas possíveis, porque, modéstia à parte, temos um pouco de coragem para tomar algumas iniciativas. Se isso não resolver, ainda resta, deputado Antônio Aguiar, atravessar um caminhão em cima de uma ponte e somente um trator D12 poderá arrastá-lo, pois a verdade é que vamos trancar a rodovia, podem ter certeza. Tudo pode acontecer! Já admitimos pagar pedágio, mas pagar sem estrada não dá, não tem jeito, mas não tem jeito mesmo!
Por isso, quero convidar este Parlamento para que no próximo sábado, não neste, tenhamos uma manifestação em defesa do povo de Santa Catarina, em defesa do sul do Brasil para que esse abuso não aconteça.
Sr. presidente, quero por fim dizer a essa categoria profissional espetacular que aqui se encontra, que presta um relevante serviço, que dá resultado e resposta ao nosso povo, que fique tranqüila porque este Parlamento, na tarde de hoje, vai dizer sim unanimemente para cumprir com o compromisso assumido!
Um abraço e muito obrigado!
(Palmas das galerias)
(SEM REVISÃO DO ORADOR)