46ª Sessão Ordinária - 08/05/2014
O SR. DEPUTADO JAILSON LIMA - Muito obrigado, deputado Nilson Gonçalves.
Hoje quero falar de Copa do Mundo. Ontem o Felipão, finalmente, apresentou a Seleção Brasileira.
Eu confesso, deputado Neodi Saretta, que fiquei bastante satisfeito com o time, que é jovial, talentoso e ele construiu uma seleção que está dentro do espectro do jornalismo desportivo do Brasil, porque vi que todas as opiniões foram bastante favoráveis.
Eu não sou um expert em futebol, gosto de assistir futebol, o meu Criciúma, da cidade de Criciúma, eu que nasci no sul, na cidade de Siderópolis e moro em Rio do Sul, já que não tem mais o Juventus, tem o Criciúma que é o time que nós torcemos.
A gente vê um time com bastante expectativa, experiência para fazer uma bela copa. Além de isso é importante ressaltar quando a se vê grupos de pessoas fazendo movimento de que não vai ter copa, contra os investimentos que estão sendo feitos, não apenas em estádios, mas em obras de mobilidade pública.
É possível que não tenhamos todas as obras previstas, nem todos os aeroportos estarão a contento porque alguns não estarão entregues no todo, mas são investimentos que permanecerão para a sociedade brasileira.
Na semana passada, estivemos em Brasília e aquele aeroporto, hoje, tem cara de aeroporto internacional. Está pronto. É um aeroporto que triplicou o número de passageiros nos últimos cinco anos. As avenidas que estão sendo feitas, o que está se construindo do ponto de vista da lógica da mobilidade, serão obras permanentes. Às vezes a imprensa está entendendo que estão sendo gastos bilhões e bilhões, como se isso não fosse em obras que ficassem para a sociedade, dando ao telespectador e ao ouvinte a impressão de que são obras fantasmagóricas.
Mas esse time da Copa do Mundo já mostra claro que o esporte, o futebol, é um patrimônio cultural da nação brasileira. E os investimentos de financiamentos dos campos de futebol, repito, são financiamentos, são situações extremamente inovadoras.
O estádio de Brasília saiu de uma média de 14.500, mais ou menos, para 60.000 pessoas na média, que passaram a ir aos estádios, pois deixou de ser apenas um estádio de futebol e passou a ser um centro de eventos.
Então, vai ter copa, sim, porque este time de futebol que está aqui mostra claramente que o Brasil tem um time de jovens, um time talentoso, e que nós vamos disputar esta Copa do Mundo com envergadura para sermos campeões.
Além de tudo, temos catarinenses na copa, a exemplo do Maicon, que é da região de Criciúma, e se não me engano também jogou lá em Joinville. O Maicon é da região de Siderópolis, Criciúma. Ele tinha um tio chamado Jucemar que levava o pai dele e ele, quando criança, para cima e para baixo quando ia para aos campos.
Joinville tem o Ramires, os dois estão jogando no exterior.
Então, esta Copa do Mundo vai ser uma marca para o povo brasileiro, porque esta história de que não vamos ter Copa, não estamos preparados, mas os nossos campos de futebol já estão muito melhores do que os campos da África, e a África do Sul fez uma Copa bonita com a sua simplicidade, com a jabulani, que era a bola de futebol; aqui nós vamos ter o tatu-bola, como diz o deputado Sargento Amauri Soares, que é o símbolo do estado brasileiro.
Por isso, quero parabenizar e cumprimentar o Felipão, o Parreira e toda a comissão técnica. Enfim, parabenizar todo o time selecionado.
Ontem apresentamos uma moção para cumprimentar e parabenizar o jogador Daniel Alves que também foi selecionado para a Copa do Mundo. O nosso jogador da seleção que, num ato contra o racismo, quando jogaram uma banana no campo, ele pegou e comeu a banana, fazendo muito bem porque banana é nutritiva, tem potássio, é bom para a saúde e ajuda a evitar câimbras. Aquele ato simplificado acabou tornando-se numa ação e num ato nacional, internacional de repúdio ao racismo nos campos de futebol. E automaticamente é extensivo a qualquer forma de discriminação, a exemplo da homofobia que se constrói em debates irracionais.
Por isso, também os meus cumprimentos ao Daniel Alves e toda a sua família.
Quero encerrar aqui cumprimentando todas as mães catarinenses, ao saudar e dar um beijo na minha mãe, dona Delícia Lima da Silva, da cidade de Criciúma, pelo Dia das Mães. Cumprimentando também a minha esposa a Dayse Denise B. Lima da Silva e, em nome delas, todas as mães do estado de Santa Catarina e todas as mães do estado brasileiro.
Muito obrigado!
(SEM REVISÃO DO ORADOR)