9ª Sessão Ordinária - 27/02/2008
A SRA. DEPUTADA ODETE DE JESUS - Sr. presidente, deputado Antônio Aguiar, lá da minha querida terra amiga, Porto União, cumprimento v.exa. e também os demais integrantes da mesa, sras. deputadas Ana Paula Lima e Ada De Luca, demais deputados, funcionários desta Casa, amigos que nos acompanham e que nos honram com suas presenças, imprensa falada, escrita e televisada.
Estava muito atenta ao pronunciamento desta brilhante parlamentar, a deputada colega Ana Paula Lima, a quem admiro muito e quero dizer a v.exa. que ontem não consegui completar o meu pronunciamento, mas estou aqui unida com todos do nosso Parlamento, que são 39 parlamentares.
Quero dizer também que a minha comissão, para a qual fui escolhida como presidente, de Ética e Decoro Parlamentar, está disponível para que todos os 40 colegas parlamentares possam fazer uso da nossa tão magnífica comissão. Ela é formada por nove srs. parlamentares e estamos à inteira disposição.
Também sou membro da comissão de Direitos e Garantias Fundamentais, que a deputada Ada De Luca é presidente. E quero dizer que a mulher é a rainha do lar, a grande administradora do lar. Eu estou aqui para defender a mulher e se estou defendendo a mulher, também defendo as crianças, as famílias, assim como o esposo da mulher. Porque, quando a gente fala de mulher, já se está referindo à família.
Ontem queria ter dito no meu pronunciamento, mas não consegui concluí-lo, deputado Pedro Uczai, que também vou entrar, aliás, já estou dando entrada a uma ação de reparo de danos morais, contra a Folha de S.Paulo. E, olha que eu não perco uma causa, pois quando entro na Justiça ganho todas.
Eu já ganhei duas causas da empresa Santana, que eu recorri para aumentar três vezes mais o valor, porque acho que quando falam da moral de uma pessoa isso não tem preço. Eu tenho o direito de aumentar o valor e também entrei com uma ação contra uma loja no interior da Bahia e contra o Bradesco. O banco tem que colocar pessoas qualificadas e responsáveis para tratar do cadastro e não colocar qualquer pessoa irresponsável. Portanto, estou processando também o Bradesco, porque usaram o meu nome e o colocaram embaixo do nome de um cidadão mal intencionado, que, através de uma conta conjunta, saiu comprando tudo o que achava direito adquirir. Já estou processando a loja, o Bradesco e o CDL.
Tenho certeza de que é causa ganha e ainda vou processar aquela jornalista da Folha de S.Paulo. Vou mandar-lhe uma moção de repúdio. O que ela tem com a minha vida? Agora, falo eu: cidadã florianopolitana, quando quero dar o meu dízimo - que é bíblico, está na Bíblia Sagrada, em Malaquias, capítulo III, versículo X, que fala sobre os dízimos e as ofertas -, dou de livre e espontânea vontade, porque há 30 anos, desde quando coloquei os meus pés na Igreja Universal do Reino de Deus, da qual sou membro participante, atuante, freqüentadora assídua, contribuo com o meu dízimo sagrado, honrado e dou porque é bíblico.
Então, jornalista não tem nada a ver com isso! Seria a mesma coisa eu querer saber do salário, ou das atuações do deputado Jandir Bellini, o que ele faz com o dinheiro dele; ele trabalha e ganha um dinheiro sagrado! Quando trabalhamos e ganhamos o nosso salário podemos fazer com ele o que quisermos. Se eu quiser dar o meu salário inteiro para uma instituição de caridade, eu dou e ninguém tem nada a ver com isso. E se abrir o bico, eu processo.
Quando eu entrei para a Igreja Universal do Reino de Deus, estava doente, fugindo do ex-marido, como já falei, para não morrer, porque ele andava armado, queria me matar e a minha filha pequena, um bebê de um ano; eu era uma mulher doente, desenganada pela medicina, pois diziam que teria que amputar a perna, sem ânimo para viver, planejando a morte e encontrei um lugar onde tenho aprendido a usar a minha fé para vencer, portanto, tenho que honrar e brigar em prol da minha fé.
Quero dizer de público que sou cristã e a própria Constituição me dá o direito de confessar a minha fé, de seguir a religião que eu quiser, de viver a minha fé 24 horas por dia e de ser uma vencedora. E não admito que jornalista nenhuma fale de mim como pessoa, Odete de Jesus. Pago o dízimo, dou ofertas e ninguém tem nada a ver com isso. É um direito meu.
Aprendi a ter fé, a vencer, a seguir um Deus vivo e poderoso. Sigo este Deus maravilhoso de cabeça erguida. Não tenho vergonha de vir aqui e dizer que sigo o Senhor Jesus, o poderoso de Israel, o Deus invencível, chamado Senhor dos Exércitos, que nunca perdeu uma batalha.
Gostaria de dizer que irei visitar os srs. deputados e convidá-los para se associarem à União dos Legislativos Estaduais. Já visitei vários. Na oportunidade irei colher assinaturas, se assim desejarem, para fazerem parte desta união.
Sr. presidente, agradeço a oportunidade.
Muito obrigada!
(SEM REVISÃO DA ORADORA)