110ª Sessão Ordinária - 01/12/2011
O SR. DEPUTADO DIRCEU DRESCH - Bom-dia, sr. presidente, gostaria de saudar a todos que nos acompanham, ouvintes da Rádio Alesc Digital, telespectadores da TVAL.
Quero aproveitar este momento, muito breve, para dizer que estou preparando um material sobre todo o trabalho do nosso prefeito Carlito Merss, que será apresentado na semana que vem, pois estou convencido que naquela cidade nunca houve tanto investimento e tanta melhoria da qualidade de vida do povo catarinense.
Vou trazer essas informações na semana que vem porque não as tenho hoje. Mas já fui várias vezes àquela cidade. No ano que vem teremos eleições e com elas também as avaliações dos trabalhos de outras lideranças, quando, então, vamos ter a avaliação da nossa administração municipal de Joinville.
É verdade que tivemos dificuldade e reconhecemos isso, mas Joinville, com certeza, começa a se orgulhar porque estão aparecendo os trabalhos feitos pela administração. No primeiro período foi difícil porque a gestão passada não deixou projetos prontos, mas agora a prefeitura tem condições de executar as grandes obras. O destaque na cidade nesses últimos dias foi a inauguração de um parque, que deixou os joinvilenses muito satisfeitos. Mas gostaria de conversar sobre isso na semana que vem e mostrar o trabalho do nosso prefeito Carlito Merss.
Quero, rapidamente, falar sobre algumas atividades, eventos, que realizamos durante o final de semana passado. E quero destacar a grande audiência pública que realizamos através da comissão dos Transportes. Infelizmente o presidente, deputado Valmir Comin, não pode estar presente em Rio do Campo, na quinta-feira à noite. Estiveram presentes deputados, o secretário regional de Taió e muitos prefeitos. Foi uma surpresa positiva a grande participação dos prefeitos e da população, pois perto de 500 pessoas estiveram naquela audiência pública. E quero agradecer a presença dos deputados Aldo Schneider e Jorge Teixeira.
Essa participação da sociedade, das lideranças, de fato demonstra o limite em que está a população daquela região. Há duas situações extremamente difíceis e complicadas. A primeira refere-se à rodovia que liga Rio do Campo a Taió. A metade daquele trajeto, porque uma parte dele foi recuperado, está um caos. Há trajetos da rodovia com cascalhos. E isso é extremamente perigoso. Você sai do asfalto em uma curva e dá de frente com uma estrada cascalhada. É lamentável. E por isso mesmo a sociedade e os prefeitos estavam lá cobrando pesado.
A segunda obra cobrada foi a ligação da região do vale norte, e são vários municípios, com o planalto norte. Para se ter uma ideia, esse trajeto de 42km ligaria a região toda ao planalto norte e facilitaria a vida das pessoas que quisessem vir para o litoral, ir para Curitiba - inclusive são 210km dali até Curitiba. Então, trata-se de uma estrada extremamente necessária. Estiveram lá representantes de empresas de frango, de suínos, que estão esperando essa obra, porque hoje está muito difícil o transporte na região. E, como dizia lá, é uma região sem saída, com apenas uma entrada. Então, há esse apelo da comunidade regional, das lideranças.
Falaram que o próprio governador teria anunciado na região que esse trajeto que liga Santa Terezinha ao planalto norte e à BR-116 estaria no BID VI. E a informação que o secretario regional passou foi que essa rodovia não está incluída no BID VI. Então, vamos fazer um trabalho nesse sentido. Estamos pedindo uma audiência com o secretário Cobalchini para discutir essas duas obras na região: a agilidade na recuperação dessa rodovia que liga Rio do Campo a Taió e o novo asfalto. A indústria e o comércio da região têm esse apelo da ligação asfáltica do vale norte ao planalto norte catarinense.
Foi uma audiência extraordinária e redigiu-se um documento oficial com os apelos, os pedidos. Estavam lá representados o Ministério Público, as igrejas, os movimentos sociais, o sindicato dos agricultores, enfim, toda a sociedade, pedindo à comissão dos Transportes para ajudá-los nessa luta, nesse desafio de melhorar a condição e a qualidade do transporte daquela população.
Em segundo lugar, há a questão do grupo, que ficou acertada numa audiência extremamente representativa com o governador Raimundo Colombo, para tratar do fim da terceirização da alimentação escolar do estado. O governador nessa reunião assumiu o compromisso de que vai encaminhar o fim da terceirização da alimentação escolar. E criou um grupo de trabalho.
Agora, sr. presidente, precisamos do apoio desta Casa. E conversarmos com o governador para reunir essa comissão o mais rápido possível. Tinha sido marcada uma reunião, mas foi suspensa, com um grupo de trabalho criado para justamente debater a nova proposta de gestão pública da alimentação escolar em Santa Catarina.
Então, estamos fazendo esse pedido porque o ano está chegando ao seu final. Temos pouco tempo, uma vez que o governador assumiu o compromisso de que, já no início do ano, em fevereiro, teríamos se não tudo, mas em parte a gestão pública da alimentação escolar de Santa Catarina.
Então, faço um pedido ao governador Raimundo Colombo para que encaminhe essa nova perspectiva, que é um pedido principalmente das organizações da Agricultura Familiar, do Conselho Estadual da Segurança Alimentar, do Conselho Estadual de Alimentação Escolar, do conjunto das entidades dos agricultores, de grande parte dos alunos, com certeza, e de todos que conhecem o que é gestão pública da alimentação escolar.
Faço esse registro para que o governador reúna o mais rápido possível essa comissão para podermos começar o trabalho da nova proposta em gestão da alimentação escolar do nosso estado.
Muito obrigado, sr. presidente, srs. deputados, pessoas que nos assistem pela TVAL e pela Rádio Alesc Digital.
(SEM REVISÃO DO ORADOR)