Sessões Plenárias

Pronunciamento

Deputado Sandro Silva

10ª Sessão Ordinária - 26/02/2014

O SR. DEPUTADO SANDRO SILVA - Sr. presidente, srs. deputados, pessoas que nos acompanham pela TVAL, pela Rádio Alesc Digital ou pessoalmente nesta Casa, gostaria de registrar a visita de três amigos do bairro Paranaguamirim: Carlos Roberto Coelho, Betinho; Claudio Sergio Alvin, Serginho, e o Marco Antônio Cardoso, o Sapo, que estão nos visitando.

Sejam bem-vindos!

Espero que tenham gostado dessa experiência na Casa.

Eu gostaria de dizer que hoje, à tarde, o prefeito Udo Döhler estaria em Paranaguamirim, pela sua agenda, para olhar um terreno onde deve ser construída a companhia da Polícia Militar naquele bairro.

Tivemos conversando com o comando da 5ª Região, em janeiro, e ficamos felizes, porque eles não queriam apenas instalar uma base da polícia no bairro, mas uma companhia porque vêem que o bairro está precisando, pois é o segundo maior bairro da cidade. Eu vi, hoje, na internet, que o bairro de Paranaguamirim se fosse uma cidade seria a 43ª cidade do estado, e enfrenta problemas de violência como qualquer outro bairro, como qualquer outra cidade, e espera ansiosamente pela construção da companhia da Polícia Militar.

Mas precisamos de pressa, prefeito Udo Döhler, porque o dinheiro já está alocado, o projeto pronto, e precisamos que logo se faça a doação do terreno, a negociação para que essa companhia seja construída o quanto antes e que os policiais possam trabalhar lá com suas viaturas, com os seus efetivos para dar mais segurança efetiva no bairro Paranaguamirim.

Então, mais do que ver o terreno, precisamos começar a construção no terreno, deputado Darci de Matos, que é um dos grandes entusiastas da construção dessa companhia e ajudou na alocação de recursos para a sua construção. Portanto, deixo frisado o apoio do referido deputado para que se consolide a construção. Esperamos que o prefeito defina o mais breve possível o terreno para a construção dessa companhia de segurança pública no bairro Paranaguaramirim.

Gostaria também de fazer o registro de que os moradores da Rua Monsenhor Gercino estão cada vez mais felizes, porque a estrada que dá acesso a ao Rio do Morro, pelo menos o trecho urbano, nos próximos dias, está para ser concluída. E os moradores duvidaram durante muito tempo da realização daquela obra, pois passaram vários governos, tanto municipal quanto estadual e não a fizeram. Mas o governo Raimundo Colombo e o secretário Valdir Colbachini estão dando celeridade àquela obra pelo menos no trecho urbano e a sua conclusão, que irá ajudar muitas famílias, inclusive a mãe do Serginho, a dona Lurdes, que mora naquela rua e que, assim com outros moradores, antes mesmo de começar os processos de desapropriação, doaram os terrenos para que a obra fosse acelerada.

Então, pessoas que não têm muitos bens, e muitas tinham apenas aquele terreno lá, acabaram doando antes mesmo de serem indenizadas para que a obra fosse concluída, coisa que não vemos, por exemplo, a rua Santos Dumont, onde grandes latifundiários brigam para fazerem a doação das terras para proporcionar a duplicação da referida avenida. Percebemos que os mais pobres são os que estão mais dispostos a serem generosos.

Realmente, parabéns aos moradores da rua Monsenhor Gercino, do trecho urbano, que fizeram essa doação mesmo antes de ter a efetivação do processo de desapropriação.

Sr. presidente, quero fazer o relato de um assunto que está rodando na internet desde ontem, que foi a prisão, por engano, do ator Romão, que atuou na novela Lado a Lado. Ele foi solto hoje à tarde, e estava preso há 16 dias, por engano. E o engraçado é que durante todas as notícias que foram veiculadas, em nenhum momento, por parte do estado, houve a indicação de um advogado para acompanhar o caso. E isso veio à tona porque a família não vendo uma solução, começou a veicular na internet o que realmente estava acontecendo lá no Rio de Janeiro. Sabendo disso, a senhora que fez a denúncia, que já sabia que tinha cometido um engano na identificação do autor do furto, e que não era o referido ator, não foi até a delegacia porque estava sem a passagem de ônibus. E, ontem, sabendo que a senhora foi lá na delegacia e se redimiu, o ator global, que também é vendedor e não atua mais como ator, ainda ficou preso porque faltou energia para confecção do alvará de soltura.

Então, realmente, o estado cometeu uma série de equívocos nesse sentido, primeiramente, porque não permitiu a comunicação do preso com o advogado ou com a família; e depois, por não ter energia elétrica na delegacia para a confecção do alvará de soltura.

Isso nos leva a pensar, deputado Kennedy Nunes, quantas pessoas neste Brasil, neste país, estão presas por engano, estão pagando penas que não devem. Então, realmente, este fato nos leva a meditar, a pensar nas pessoas que acabam pagando por crimes que não cometeram por falhas do estado. Então, muito obrigado presidente e mais uma vez sejam bem-vindos Cláudio, Marcos e Carlos Alberto!

(SEM REVISÃO DO ORADOR)