Sessões Plenárias

Pronunciamento

Deputado Manoel Mota

53ª Sessão Ordinária - 08/07/2008

O SR. DEPUTADO MANOEL MOTA - Sr. presidente, srs. deputados, sras. deputadas, nós temos ouvido aqui algumas questões de ordem, que colocam o governo em xeque.

Eminente deputado Pedro Uczai, a coitada da senadora é campeã em abortar CPIs em Brasília, que coisa de louco! Aqui mudou tudo, um vento para lá, um vento para cá e ninguém mais se entende, é coisa de doido! E o eminente deputado Joares Ponticelli, por incompetência, faz um esforço fora do comum, porque está fora do governo e agora se desespera. Mas na primeira oportunidade que teve, pegou um jatinho do governo, sábado, para ir a Brasília, e na segunda oportunidade, na segunda-feira, foi ao palácio do governo - e eu o vi nas escadas subindo - não sei o que fazer lá, mas a saudade não deixa e ele não se agüenta.

Ele leu aqui e comentou sobre uma pessoa, uma funcionária que trabalhava com essa revista, que só estava nas bancas para vender - e eu nem sei o que é isso, esse monte de papel ali, não sei nem qual o nome - e agora, na última entrevista, ele colocou em dúvida a Polícia Civil e o Ministério Público. Essa senhora esteve em Araranguá e eu coloquei um carro à sua disposição, se ele não é gentil, o Manoel Mota é. A qualquer pessoa que chega de fora eu coloco um carro à disposição. Tem uma fotografia ou uma vírgula nas palavras de Manoel Mota? Então, o eminente deputado Joares Ponticelli precisa primeiro analisar. Ele disse que a Polícia Civil está ligada ao governo. Mas quando ele comprou um carro, uma caminhonete do desmanche, que a Polícia Federal tem mais de cem carros trancados, quem fez o processo foi a Polícia Civil, e aí não tinha problema?

É preciso agora saber onde está a caminhonete que o Joares Ponticelli comprou do desmonte? Eu farei um requerimento para saber mais sobre isso. É preciso, porque o juiz fez um processo e ele ficou como fiel depositário. E não se sabe se ele já vendeu a caminhonete do desmanche, onde ela está, pois não foi só ele não, o delegado que ele indicou, também comprou duas caminhonetes. Eu não queria levantar essas questões pessoais, mas eles nos obrigam a fazer isso.

Então, quero dizer que nós votamos naqueles requerimentos para mostrar que nós tínhamos força, mas me forçaram a dizer que irei votar contra este requerimento em respeito aos parlamentares aqui dentro.

Muito obrigado, sr. presidente.

(SEM REVISÃO DO ORADOR)