Sessões Plenárias

Pronunciamento

Deputado Antônio Aguiar

49ª Sessão Ordinária - 06/06/2017

DEPUTADO ANTÔNIO AGUIAR (Orador) - Alude sobre o mês dedicado ao estímulo para doação de sangue, o Junho Vermelho, fruto da Lei Estadual n. 16.694 de sua autoria, sancionada em 2015. Avalia o ato de doar sangue como altruísta, humanitário e de valorização da pessoa. Como médico relata as situações que vivenciou, em meio a cirurgias e tratamento de pacientes, da necessidade de haver estoque de sangue e da dificuldade em mantê-lo em condições para atender as demandas.

Cita com entusiasmo o nome do maior doador de sangue do mundo, sr. Orestes Golanovski, tecendo sua admiração pela disposição em doar e também pela mobilização de pessoas para se transformarem doadores.

Informa que o país precisa ainda ampliar o número de doadores, pois atualmente conta com um percentual de 2% da população e, segundo dados da ONU, o ideal seria de 3% a 5%, apontando este fato também ao estado de Santa Catarina. Externa sua preocupação com a questão e acrescenta que é preciso haver um esforço coletivo dos órgãos públicos, para estimular a prática deste gesto que considera como solidariedade à vida.

Finda parabenizando os doadores e desafia àqueles que ainda não se tornaram a aderir à prática. [Coordenadora Carla]

Partido: PSD

DEPUTADO ISMAEL DOS SANTOS (Orador) - Reporta-se às cheias do rio Itajaí, mencionando a reunião emergencial ocorrida na presente data, pela manhã, na cidade de Blumenau, pois o cenário é de preocupação, devido deslizamentos e outros intempéries da natureza.

Expõe a questão das barragens de Taió e Ituporanga, sobre a elevação das mesmas, que teve investimentos tanto do governo federal como estadual, sendo que este não mediu esforços para resolver o problema, ressaltando que ainda falta a construção da barragem de Botuverá.

Entende que a barragem de José Boiteux é de fundamental importância para as cidades de Rio do Sul, Itajaí e Blumenau, sendo que o governador Raimundo Colombo quer soluções imediatas na pendência indígena, pois não é possível que não haja um entendimento devido pendências com o governo federal.

Relata sua postura quanto à situação da cracolândia em São Paulo, citando que esse mal invadiu várias capitais brasileiras, sendo que Florianópolis sofre com esse problema em menor escala, porém ações devem ser tomadas e se diz contrário ao internamento compulsório. Assim, destaca sua conversa com o governador em relação ao contrato com as comunidades terapêuticas que dependem de visitas técnicas, conforme o edital de chamamento público, em acordo com a Fapeu e as instituições da Saúde. [Taquígrafa: Sílvia]