41ª Sessão Ordinária - 12/05/2010
O SR. DEPUTADO DIETER JANSSEN - Sr. presidente, sras. deputadas, srs. deputados, pessoas que nos assistem pela TVAL e ouvintes da Rádio Alesc Digital, gostaria de registrar, rapidamente, que recebemos nesta Casa a visita do suplente de vereador Jair Pedro, de Jaraguá do Sul, que já foi secretário municipal, e do pastor Jair Alexandre, presidente do PTB do município.
Gostaria de agradecer as palavras elogiosas do deputado Peninha e com certeza vamos trabalhar para que em janeiro possamos estar nesta Casa com os demais deputados. Esta experiência está sendo bastante importante para a nossa região.
Desejo também registrar a participação deste deputado na reunião de hoje da Frente Parlamentar de Apoio ao Comércio Varejista. Houve uma audiência presidida pelo deputado Silvio Dreveck, que tratou da distribuição tributária, da questão do ICMS já tributado na saída dos produtos.
Essa discussão precisa continuar junto com a equipe do governo, principalmente no que tange à micro e pequena empresa, que necessita de uma atenção especial com relação à diminuição da tributação, já alcançada por essa classe com a Lei do Simples e com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa.
Também assomo à tribuna, na data de hoje, para registrar que perdemos uma pessoa em nossa região, que tinha um envolvimento bastante grande com a comunidade. Tomo a liberdade de trazer a esta Casa esse assunto porque ele, no meu entendimento, sr. presidente, era um exemplo de como deve ser a pessoa que quer ajudar o engrandecimento da sua região.
O sr. Nilton Roque Zen foi diretor de Assuntos de Segurança Pública da Associação Comercial e Industrial de Jaraguá do Sul, participou bastante do Projeto Âncora, um projeto em que os apenados participavam na construção de casas pré-fabricadas, para, em seguida, colocá-las à disposição da população mais carente, que necessita de habitações.
Então, o sr. Nilton Roque Zen teve uma grande participação na questão de ressocialização dos apenados, sempre preocupado com a questão de como fazer a inserção do apenado na atividade privada.
Por diversas ocasiões participei de reuniões na Associação Comercial e Industrial nas quais o sr. Nilton Roque Zen solicitava uma atenção toda especial dos empresários no sentido de dar uma segunda chance para aquelas pessoas que tinham passado por algum problema, que ficaram por um período presos. Assim sendo, o sr. Nilton Roque Zen, por três gestões, deu sua contribuição como presidente do Conselho Penitenciário de Jaraguá do Sul, para a felicidade do povo daquele município.
Gostaria também de registrar o nosso contentamento com relação à instalação da nova diretoria do Ifet em Jaraguá do Sul. Participamos, na última semana, da posse e trouxemos números bastante importantes. Inclusive, quando fomos secretário do Desenvolvimento Econômico, trabalhamos bastante na requalificação profissional e sempre nos preocupamos com a questão dos custos.
Existem, com certeza, muitas pessoas que precisam voltar ao mercado de trabalho, que precisam fazer a sua requalificação profissional e que não dispõem dos recursos necessários para fazer frente ao pagamento de um curso de requalificação para se inserir numa nova profissão.
Trago aqui alguns números do Ifet, antigo Cefet, em Jaraguá do Sul. Vagas ofertadas: em 2005 foram 250, em 2009, 554. Em 2005, a área construída era de 2.840m, hoje é de 4.860m. A posse da nova diretoria foi realizada no prédio ampliado. Quanto à evolução do quadro docente efetivo, em 2005 havia 22 professores, em 2009 já eram 40 professores. Quanto à evolução do número de alunos matriculados: 423 alunos em 2005 e 796, em 2009.
São números bastante importantes. Jaraguá do Sul e as cidades vizinhas são empreendedoras. Semanalmente novas empresas prestadoras de serviço surgem, principalmente as que fazem serviços destinados às empresas maiores da região. Mas a grande dificuldade em todo o estado é que não existe mão de obra qualificada para realizar os trabalhos.
Já falamos desta tribuna sobre a preocupação que temos com relação à carga tributária e à qualidade dos trabalhos, porque enfrentamos cada vez mais a concorrência de países que colocam seus produtos com facilidade dentro do Brasil. Por isso 20 campi serão instalados em Santa Catarina nos próximos meses. O país precisa de qualificação profissional com custo zero e o Ifet faz esse serviço. Nós, catarinenses, devemos bem aproveitar esse potencial, fazendo com que o estado e o país cresçam e sejam ainda mais competitivos.
Muito obrigado!
(SEM REVISÃO DO ORADOR)