67ª Sessão Ordinária - 04/09/2007
O SR. DEPUTADO MANOEL MOTA - Sr. presidente, sras. deputadas e srs. deputados, visitantes que nos dão a honra de prestigiar este Parlamento na tarde de hoje. Temos aqui lideranças de Araranguá que dão o prazer de nos visitar.
Quero falar um pouquinho da preocupação do eminente deputado Joares Ponticelli, com a questão de o policial ir para um comando, porque será um policial a menos nas ruas. Evidentemente que o deputado levanta um tema e também uma preocupação importante, que passaram ao longo dos governos.
Nós temos segurança mais efetiva nas ruas. Hoje eu vi, pela manhã, mais movimento de crianças devido à quantidade de policiais no morro do Mocotó. Que coisa mais bonita! Estão sobrando policiais nas ruas, por isso o estado não foi contemplado com os recursos do governo federal, porque o nosso não é um estado de risco. Acho que a situação da segurança pública em Santa Catarina está como nunca esteve.
Quero dizer que a preocupação do eminente deputado Joares Ponticelli procede, porque no seu governo, como um brilhante líder nesta Casa, preocupado com a segurança pública, nomeou apenas quatro policiais. Apenas quatro! Vejam bem que preocupação! Como é fácil agora criticar o governo dos outros e no seu colocar apenas quatro policiais. Efetivamente deixou uma defasagem violenta.
Agora vem um governo comprometido com a sociedade, com o povo, o governo da descentralização, e entre policiais civis e militares mais de 2.300 foram empregados. Vejam bem qual é a razão que tem o eminente deputado Joares Ponticelli de falar, porque no seu governo entraram para os quadros da Polícia apenas quatro policiais.O governo que o deputado Joares Ponticelli ataca e critica trouxe 2.300 policiais civis e militares através de concurso público. A verdade é que o estado está preocupado com a segurança pública. Por isso esse trabalho extraordinário; por isso o projeto do governo federal acabou não contemplando Santa Catarina, porque a nossa região está no equilíbrio, não é zona de risco, por isso não foi contemplada.
A Segurança Pública, as Polícias Militar e Civil, que prestam relevantes trabalhos a Santa Catarina em defesa do cidadão, não podemos aceitar que sejam aqui criticadas. Não podemos aceitar, porque prestam relevantes serviços na segurança pública em defesa do cidadão da nossa terra.
Gostaria de dizer da alegria e da honra de ter o meu governo, na última quarta-feira, na minha região onde já havia sido entregue uma ponte, em Passo de Torres, agora entregar a água, uma obra da Casan de mais de R$ 2 milhões. A comunidade participou, agradeceu e aplaudiu. São momentos gratificantes para quem está aqui na bancada do governo e defendendo um governo que realiza.
Saímos de lá e fomos para Morro Grande, onde foi feita a entrega de um posto de saúde numa festa extraordinária, com a participação de vereadores e pessoas de todos os partidos.
Tivemos a felicidade e a alegria de, naquela oportunidade, ver o ex-vice-prefeito de lá, que era do PP, assinar sua filiação e hoje já é do PMDB. As coisas acontecem assim pelo trabalho, pela realização.
Saímos de lá e fomos para Araranguá, onde o governo precisava tomar uma decisão política, decisão acertada, competente e criativa através da SCGás do meu amigo Ivan Ranzolin, que esteve naquele município junto com o governador Luiz Henrique da Silveira e lá assinou o edital do gás, numa festa extraordinária, com o Conselho Regional presente, com a participação de empresários, da população, dos prefeitos, dos vereadores, enfim, a casa estava lotada, muito mais de 500 pessoas participaram daquele momento histórico de Araranguá.
É preciso mostrar para a sociedade aquele que tem compromisso, aquele que trabalha, aquele que viabiliza as ações de Santa Catarina. Nós, evidentemente que ainda estamos comemorando a assinatura do edital e a garantia, pelo presidente e pelo governo, que no ano que vem teremos gás em Araranguá. Gás é sinônimo de empresas que vão se instalar; é sinônimo de geração de emprego, de renda, de desenvolvimento, e é tudo isso que nós queremos. Lutamos por isso, pela qualidade de vida do nosso povo. É com este espírito que lutamos e trabalhamos para buscar esses objetivos em Santa Catarina a todo instante.
Se o governo passado não reunia o colegiado é problema deles. O governo de Santa Catarina reúne para ver, para acompanhar, para estar perto e para saber o que se está fazendo em cada região. O atual não é um governo concentrado em quatro paredes, é um governo descentralizado por todo o estado de Santa Catarina, e isso faz muito mal. A Oposição não se conforma e fica gritando, mas agora tem que se conformar. Foram governo, foram incompetentes, não realizaram, perderam por duas vezes e agora precisam aplaudir quem realiza, quem faz.
Por isso venho aqui neste instante, para deixar registrada nos anais da Casa a participação efetiva do governo na região do extremo sul de Santa Catarina, levando a expectativa, a esperança. Uma população, quando elege um político, o faz para buscar resultados, por isso estão levando resultados para a minha região.
Mas eu quero cumprir religiosamente a promessa que fiz ao meu amigo deputado Romildo Titon, de dividir o meu tempo com ele.
Muito obrigado!
(SEM REVISÃO DO ORADOR)