Sessões Plenárias

Pronunciamento

Deputado Manoel Mota

61ª Sessão Ordinária - 30/08/2005

O SR. DEPUTADO MANOEL MOTA - Sr. presidente, sras. deputadas e srs. deputados, lamentavelmente, restaram poucos minutos para eu fazer o meu pronunciamento. Como será meramente impossível abordar o tema que pretendia, vou questionar alguns dados - mas amanhã, com certeza, farei o meu pronunciamento.

Novamente vou trazer à tribuna a questão do concurso público, pois estão duvidando de uma instituição como a Universidade Federal de Santa Catarina. Acho que não podemos ser pequenos aqui, colocando alguma dúvida sobre a Universidade Federal de Santa Catarina. Ela é um orgulho para o povo catarinense, e não podemos, em nenhum momento, questionar a nossa universidade. Foi ela quem fez o concurso com a maior lisura, como tem o secretário, como tem o governador do estado. Não há dúvida nenhuma nisso! Querer questionar é querer jogar um assunto para a sociedade que não é verdadeiro!

E aqui estão querendo se apegar aos processos do governador, como se fossem perigosos, processos crimes. Ele fez obra ambiental em lugares de pobreza. Quer dizer, então é questão ambiental, vamos responder a um processo por questão ambiental.

Então, não vamos ficar jogando uma imagem para a população que não constrói nada, que não leva a nada. Quem escuta, pensa que são processos sobre dúvidas de dinheiro público. Não! O governador Luiz Henrique é um homem transparente, honrado, e esses são processos ambientais, são processos que as prefeituras, às vezes, têm que...

Hoje, por exemplo, na minha região, se quiserem pegar pedras nos rios para botar nas ruas, de vez em quando os caminhões são trancados pelo Ibama porque as empresas já requereram as pedras. E daí o prefeito passa a responder a um processo.

Então, esse é um processo natural. E se eu fosse novamente prefeito, responderia mais uma vez porque eu ia tirar pedras de novo. Elas são do meu município e eu faria isto! Não teria dúvida nenhuma em fazê-lo, pois trabalho para atender a população mais carente. Penso que isso não é crime; isso é um orgulho.

Gostaria de dizer o seguinte: a minha região sofreu muito esta noite com fortes chuvas e com ventos. Faltou energia em Timbé, Turvo, Ermo, Jacinto Machado, Praia Grande, São João do Sul e Passos de Torres. Inclusive, tinha um roteiro do governador do estado para levar um investimento memorável para a região e estava todo mundo eufórico. Mas, infelizmente, o mau tempo o impediu. E nós tivemos que transferir a ida de sua excelência, o governador do estado de Santa Catarina.

Mas amanhã, com certeza, viremos a este plenário para questionar alguns dados importantes. Eu não venho aqui para dizer aquilo que não é verdade, eu não venho aqui para enganar ninguém.

Gostaria de dizer que amanhã falarei do ex-governador Esperidião Amin, que fez algumas críticas lá no Vale do Araranguá. Amanhã quero vir a esta tribuna para resgatar a verdade e dizer que o extremo sul de Santa Catarina foi uma região sempre esquecida por ele.

Então, amanhã irei me inscrever para estar muito mais cedo aqui nesta tribuna para dizer a toda a sociedade sobre o abandono que ficou o Vale do Araranguá quando o estado foi governado por Esperidião Amin!

Muito obrigado, sr. presidente!

(SEM REVISÃO DO ORADOR)